Homem de 69 anos foi detido pela Polícia Militar e liberado após ser ouvido. Polícia Civil investiga o caso, que tramita sob sigilo.

Um servidor da Prefeitura de Pratápolis (MG), de 69 anos, foi afastado das funções após uma denúncia de violência sexual envolvendo uma adolescente de 13 anos. O caso está sendo investigado pela Polícia Civil de Minas Gerais.

De acordo com informações da Polícia Militar, a ocorrência foi registrada no domingo (11), após a mãe da adolescente procurar os militares para relatar o que teria acontecido com a filha.

Segundo o relato da jovem à polícia, ela teria aceitado uma carona oferecida pelo servidor, que já conhecia. Durante o trajeto, o homem teria seguido até um loteamento em uma área desocupada de Pratápolis.

Ainda conforme o depoimento da adolescente, o suspeito teria realizado toques sem consentimento. Depois de pedir para retornar à cidade, a jovem entrou em contato com a mãe e contou o ocorrido. As duas procuraram a Polícia Militar, que localizou e deteve o homem.

Suspeito foi ouvido e liberado

Após a ocorrência, o servidor foi encaminhado à delegacia de Passos, onde prestou depoimento. Posteriormente, ele foi liberado.

Em nota, a Polícia Civil informou que instaurou um procedimento investigativo para apurar os fatos. Segundo a corporação, naquele momento não foram identificados elementos suficientes para ratificar a prisão em flagrante. O inquérito continua em andamento.

Prefeitura afasta servidor

A Prefeitura de Pratápolis informou que instaurou um procedimento administrativo interno e determinou o afastamento preventivo do funcionário.

Segundo a administração municipal, o servidor foi retirado de atividades que envolvam crianças e adolescentes. A prefeitura também declarou que está colaborando com as investigações.

O caso segue sob sigilo para preservar a identidade da adolescente e respeitar as disposições do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

Importante: as acusações ainda estão sendo apuradas pelas autoridades competentes, e a investigação não representa, por si só, uma conclusão sobre a responsabilidade criminal do investigado.

Fonte: g1 Sul de Minas e Polícia Civil de Minas Gerais.