Ação conjunta da Polícia Militar Ambiental, Polícia Federal e Ibama foi realizada causou prejuízo com a destruição dos equipamentos é estimado em R$ 1 milhão

Uma operação conjunta de combate ao garimpo ilegal movimentou equipes da Polícia Militar de Meio Ambiente, da Polícia Federal e do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), entre quarta e sexta-feira (7 a 9), na região Sul de Minas Gerais.

A ação foi realizada no Rio Verde e teve como objetivo combater a retirada irregular de ouro e outros danos causados ao meio ambiente pela atividade. Ao longo dos três dias, as equipes fiscalizaram 22 locais e prenderam seis pessoas com idades entre 29 e 61 anos. Elas são das cidades de São Félix do Xingu (PA), Cavalcante (GO), Pinheiro (MA), Pio XII (MA), Codó, (MA) e Varginha (MG).

Durante a operação, foram apreendidos 626 gramas de ouro, 21 embarcações, um veículo e um animal silvestre. Além disso, 19 dragas utilizadas na extração de ouro foram destruídas. Segundo os órgãos envolvidos, o prejuízo estimado com a destruição desses equipamentos chega a R$ 1 milhão.

As equipes também fizeram registros das irregularidades encontradas e recolheram materiais relacionados às atividades ilegais.

Para chegar aos pontos de garimpo e localizar os equipamentos utilizados na retirada de ouro, as equipes contaram com apoio aéreo, drones e embarcações. A estrutura foi utilizada para identificar os locais de exploração e ampliar a fiscalização em áreas de difícil acesso.

Ao todo, participaram da operação 37 policiais militares, seis agentes do Ibama e três equipes da Polícia Federal. Foram utilizadas 17 viaturas policiais, dois drones, sete embarcações e seis equipamentos de conexão via satélite.

O garimpo irregular pode provocar danos ao meio ambiente, prejudicando a qualidade da água, os peixes e outros animais, além da vegetação e do equilíbrio natural do rio.

Segundo os órgãos envolvidos, a operação busca impedir a continuidade dessas atividades, proteger os recursos naturais e reduzir os impactos ambientais provocados pela extração ilegal de minerais.

As ações de fiscalização também têm como objetivo preservar o patrimônio natural da região e garantir mais segurança e tranquilidade às comunidades que vivem nas proximidades do Rio Verde.