


A taça da Copa do Mundo resplandece para além da glória esportiva. Fundido em ouro maciço de 18 quilates, o troféu, de 36,8 centímetros, está avaliado em quantia milionária, considerando a alta do ouro no mês de junho. O Mundial, que movimenta diversos setores da economia – serviços, turismo e câmbio, por exemplo – também mexe com o de metais. E a seleção brasileira, após vitória por 2 a 1 no Japão, e avanço às oitavas, segue viva na busca de mais uma estrela e a chance de erguer novamente a taça.
Em junho, com a alta do ouro, o valor estimado da taça chegou a R$ 4,28 milhões, avanço de 123,47% desde a final de 2022. O dado reforça como o metal precioso também passou a ocupar espaço na narrativa econômica em torno do torneio.
De acordo com a CFO da corretora Ourominas, a segurança do ouro está ligada à sua natureza física e ao reconhecimento global do metal. “O ouro costuma ganhar relevância justamente quando o investidor busca segurança e previsibilidade em meio a cenários mais incertos. Ele é um ativo físico, com reconhecimento global e histórico de preservação de valor, mas precisa ser entendido dentro de uma estratégia de carteira”, reforça Olivia Goldstein.
Roubos inexplicáveis
E não só os jogadores e apaixonados por futebol estão de olho na taça do Copa do Mundo. O troféu já foi roubado duas vezes. A primeira vez, em 1966, quando estava em exibição na Inglaterra. O troféu, porém, acabou sendo recuperado ‘milagrosamente’ uma semana após o furto.
Depois do Mundial de 1970, vencido pelo Brasil, conquista que selou o tricampeonato, a antiga Taça Jules Rimet, foi roubada na sede da CBF (Confederação Brasileira de Futebol) em 1983. O paradeiro dela segue desconhecido.
















