*Paulo estava desaparecido desde sábado, quando um taxista o deixou na zona rural
Foi encontrado no Ribeirão Araras, na Comunidade Arara Mirim, na zona rural de Três Pontas, o corpo de Paulo das Graças Paiva de 69 anos, que estava desaparecido desde o último sábado (03). Após a notícia do desaparecimento dele veiculada pela Equipe Positiva, a Polícia Civil recebeu informações de um taxista que teria levado Paulo ‘do Carrinho de Som’, como ele é conhecido até ao ribeirão. Inicialmente ele havia perguntado onde havia um rio. O taxista estava o levando para o Distrito do Pontalete, mas Paulo pediu para ir até um local mais perto. Ele foi então deixado perto do ribeirão, as 11 horas da manhã.
O Corpo de Bombeiros de Varginha foi chamado no local e quando se preparavam para fazer as buscas, familiares apareceram dizendo que havia encontrado o corpo dentro d’água, a cerca de 200 metros da estrada no meio de uma mata fechada.
Os irmãos Tarcísio Paiva e Lúcio de Fátima Paiva que moram em Belo Horizonte, souberam do sumiço de Paulo e vieram o procurar, na expectativa de que o encontrasse vivo. Com a ajuda do cunhado Régis Rodrigues eles se desdobraram debaixo de um sol escaldante até encontrarem. Os Bombeiros acionaram a Perícia da Polícia Civil para investigar as causas da morte.
Paulo é bastante conhecido na cidade, por andar empurrando um carrinho de madeira, se vestia de palitó e gravata enquanto fazia propaganda percorrendo as ruas do Centro. Ele fazia o uso de medicamentos controlados e estava com a saúde debilitada.
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A obrigatoriedade do uso de equipamento de proteção individual se estende a todas as atividades profissionais que possam oferecer qualquer tipo de risco físico para o trabalhador. Os EPI são acessórios indispensáveis nas fábricas, nos processos industriais em geral, na construção civil e qualquer outra atividade de risco.
O uso de EPI deve garantir a saúde e a proteção do trabalhador, evitando qualquer consequência negativa em função de acidentes do trabalho, garantindo também que o profissional não fique exposto a agentes que possam provocar doenças ocupacionais, que poderão comprometer sua capacidade de trabalho.
Todo e qualquer empregador deve aplicar a obrigatoriedade do uso de equipamento individual quando a atividade oferece qualquer tipo de risco, já que se trata do cumprimento da legislação, sendo, portanto, obrigatório em qualquer situação em que medidas de segurança coletiva não possam evitar os riscos.
Por que é importante o uso de equipamento de proteção individual?
O equipamento de proteção individual ajuda a proteger o empregado em suas atividades profissionais, evitando riscos de acidentes e garantindo que, em atividades de riscos ocupacionais, o empregado não seja exposto a doenças. Essa situação é determinada pela legislação trabalhista, devendo ser coordenada pelo técnico de segurança do trabalho, pelo engenheiro de segurança ou pelo médico do trabalho.
A obrigatoriedade do uso de equipamento de proteção individual é determinada através da Norma Técnica NR 16 e 31 que, entre outras determinações, estabelece que o EPI deve ser fornecido de forma gratuita pelo empregador, atendendo as necessidades de cada função dentro das dependências do empregador seja urbano ou rural
A obrigatoriedade do uso de equipamento de proteção individual ainda prevê que tipo de EPI deve ser utilizado para proteção de cada parte do corpo humano, sendo obrigação dos supervisores ou responsáveis dos empregadores sejam eles urbanos ou rurais garantir que o empregado faça uso correto de cada equipamento, de forma constante, durante toda a jornada de trabalho.
Como saber os EPI mais adequados para cada função ou situação?
O uso de EPI adequado para cada função ou situação deve ser determinado pelo profissional competente de segurança do trabalho depois de elaborar o estudo dos riscos ocupacionais oferecidos dentro do ambiente de trabalho.
Depois de determinados os riscos, é determinada a obrigatoriedade do uso de equipamento individual mais adequado para cada profissional dentro de suas funções e atividades.
O empregado não pode se negar a fazer uso dos EPI’s determinados, já que a NR 16 também estabelece que, da mesma forma que o empregador tem por obrigação fornecer o EPI, o empregado tem o dever de fazer uso dele, podendo ser punido pela sua recusa, inclusive com suspensão do trabalho.
Dependendo do tipo de EPI a ser utilizado, os profissionais responsáveis pela segurança do trabalho devem oferecer treinamento prévio para utilizado do mesmo. Alguns equipamentos, como por exemplo, as luvas, são mais fáceis de serem utilizados, enquanto que alguns, como máscaras contra gases, apresentam algum grau de dificuldade, devendo haver o treinamento adequado com relação à sua correta utilização.
A obrigatoriedade do uso de equipamento de proteção individual, portanto, se estende também à necessidade de treinamento, que deve ser fornecido pelo empregador, também gratuitamente. Quando necessário, o empregado deve passar por reciclagem, ou seja, se houver alguma dúvida ou se houver troca do equipamento por algum mais moderno.
Competência da determinação da obrigatoriedade do uso de equipamento de proteção individual
A competência da determinação da obrigatoriedade do uso do equipamento de proteção individual é do SESMT – Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho ou da CIPA – Comissão Interna de Prevenção de Acidentes no caso de empregadores urbanos e a CIPAT – Comissão Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho Rural e outros empregadores que não são obrigadas a manter o SESMT.
Os tipos de EPI’s utilizados podem variar dependendo da atividade ou dos riscos que possam trazer ameaças à segurança e saúde do trabalhador, além da parte do corpo que se deve proteger.
Os equipamentos mais utilizados são os seguintes:
Abafadores de ruídos e protetores auriculares, para proteção auditiva;
Máscaras e filtros para proteção respiratória;
Óculos e viseiras para proteção visual e facial;
Capacetes para proteção da cabeça;
Luvas e mangotes para proteção de mãos e braços;
Sapatos, botas e botinas para proteção das pernas e dos pés;
Cintos de segurança para proteção contra quedas.
O cumprimento da obrigatoriedade do uso de equipamento individual evita transtornos para o trabalhador e para os empregadores seja eles urbanos e rurais, garantindo que as atividades de trabalho sejam desenvolvidas com mais eficiência e segurança.
A Procuradora Geral da República, Raquel Dodge, ingressou nessa segunda-feira com uma ação no STF alegando a inconstitucionalidade da lei que instituiu o voto impresso. A procuradora alega que a impressão fere o princípio do sigilo do voto, previsto pela Constituição Federal.
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O argumento é de uma estupidez ímpar, pois se fosse válido significaria que todas as eleições brasileiras realizadas antes do advento das miseráveis urnas eletrônicas, introduzidas no sistema eleitoral do país durante a era tucana, teriam sido realizadas sem a garantia do sigilo do voto.
A procuradora afirma também que as alegações de fraudes apresentadas contra a votação puramente eletrônica não encontram fundamento e não podem ser comprovadas. Essa afirmação é outra estupidez, pois inúmeros estudos independentes apresentados por especialistas já comprovaram, para além de qualquer dúvida razoável, que o sistema de votação eletrônica adotado no país é susceptível a fraudes.
A ação impetrada no STF pela PGR contra o voto impresso ocorre no mesmo momento em que a empresa venezuelana Smartmatic foi desclassificada do processo de licitação para aquisição de urnas e impressoras. Com base em precedentes de 2014, não pode ser descartada a possibilidade de o STF acolher a ação e emitir uma medida liminar, tornando a eleição um processos inteiramente sub judice.
As ações dos escalões superiores do estamento burocrático, como o TSE, a PGR e o STF deixam claro a disposição desses órgãos em não cumprir a lei e, dessa forma jogar o processo eleitoral inteiro na ilegalidade.
Esse episódio é uma razão a mais para que a sociedade brasileira inicie uma mobilização civil para exigir a completa transparência e legalidade das eleições.
Por isso que seu argumento, Senhora Raquel Dodge, não colou mesmo.
Fonte: #CriticaNacional #TrueNews #RealNews / por pauloeneas
Reproduzido por Renan de Paulo Lopes – Advogado OAB/MG nº 138.515
A tarde desta terça-feira (06), terminou com uma notícia trágica para uma família que mora no bairro João Piedade Campos em Três Pontas.
Alan Cutier Botrel de 9 anos, caiu do segundo andar do prédio onde ele morava com a mãe e morreu. A queda foi justamente onde não há tela de proteção no imóvel. Foi uma vizinha que encontrou o menino caído no quintal, próximo a um dos portões de acesso a residência e chamou por socorro. Um enfermeiro e um socorrista tentaram reanimar a criança mas não conseguiram. O prédio fica na Rua Antônio Tércio Rabelo Campos esquina com a José Antônio de Mesquita.
A mãe dele estava trabalhando e quando chegou precisou ser amparada por amigos e vizinhos. Muitas pessoas foram até o local do acidente e a rua precisou ser interditada pela Polícia Militar. Profissionais do SAMU constataram a morte de Alan, que tinha ferimentos no nariz, boca e ouvido. A Perícia da Polícia Civil vai investigar as causas do acidente. O corpo foi liberado para a Organização de Luto Cônego Victor e será encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de Varginha.
A família de Paulo das Graças Paiva está a sua procura. Ele desapareceu neste sábado (03), por volta das 11 horas da manhã. Ele vestia camisa branca e calça preta. Paulo é bastante conhecido por fazer propaganda com um carrinho de mão e percorrer as ruas do Centro da cidade.
Moradores do bairro Chácara Catumbi, passaram a noite a luz de velas. É que um caminhão com a caçamba levantada, quebrou ao meio um dos postes de energia elétrica ao atingir a fiação na Rua Tiradentes, esquina com a Rua Joaquim Candido de Brito. A Cemig isolou o local com alguns cones, mas até a publicação da reportagem a concessionária não havia feito nada para sanar o problema. A revolta dos moradores é que o acidente foi por volta das 2:00 horas da tarde e desde então não há energia no bairro.
Na Cemig a informação é que o restabelecimento da energia elétrica seja feita somente hoje as 8 da noite. É preciso paciência, já que serão mais de 24 horas, sem energia em casa.
Os vereadores voltaram afiados do recesso parlamentar nesta segunda-feira (05). O Poder Legislativo realizou a primeira sessão ordinária de 2018, sem muito trabalho, com apenas um projeto de lei em pauta e mais vereadores fazendo críticas ferrenhas a Administração do prefeito Dr. Luiz Roberto Laurindo Dias (PSD). A avaliação negativa perdurou do começo ao fim e demonstrou um cenário nítido da perda de espaço do Governo Municipal no Plenário Presidente Tancredo Neves. Quem supreendeu as pessoas que assistiam a reunião foi o presidente da Câmara Luis Carlos da Silva (PPS), que desabafou e diz estar decepcionado com a atual gestão.
A pauta de votação foi rápida com poucas discussões ao projeto que muda a Lei Municipal nº 2.579, que trata de cemitérios, crematórios e velórios. Proposta pelo presidente Luis Carlos da Silva, a Câmara extinguiu a cobrança de exumação, ficando apenas o pagamento pela abertura de jazigos.
Desde janeiro de 2017, as duas cobranças estavam sendo feitas e geraram diversas reclamações, uma vez que já é cobrado a abertura de jazigo com a mesma finalidade. O projeto foi aprovado por unanimidade e seguirá para a sanção do prefeito.
Assuntos como o cancelamento do Carnaval, a situação das ruas e das estradas foram expostos durante o Pequeno Expediente. Integrante da base do governo, o vice presidente Donizetti Benício Baldansi (PSL), afirmou que o prefeito não podia cancelar o Carnaval. Apesar de uma festa menor, criou-se a expectativa nos blocos caricatos que investiram para o desfile e no comércio que sempre vende um pouco mais. “Era preciso avisar pelo menos uns dois meses antes”, ponderou Baldansi.
Roberto Donizetti Cardoso (PP) “Robertinho” diz que fez vários pedidos desde ano passado, mas que nem resposta tem recebido. Uma delas é a limpeza de córregos, como da Avenida José Lagoa, onde a proteção dele desbarrancou e o Prefeito, disse que está fiscalizando, porém, não fez nada para resolver o problema. Sobre as estradas, Robertinho diz não ter mais o que falar de tanto pedir e ver que o abandono das vias continua.
Já Marlene Rosa Lima Oliveira (PDT) agradeceu a resposta ao ofício que enviou em outubro sobre o pedido de providências que fez ao Terminal Rodoviário. A vereadora denunciou que o cartão postal da cidade está depredado, precisando de reformas, toda suja e falta segurança. Porém, a notícia que recebeu, é que a Rodoviária vai ter segurança, mas não foi informado sobre a melhoria na estrutura. Marlene Oliveira falou sobre um aúdio que circulou em grupos de whatsapp, em que um servidor da área da Cultura, culpa os vereadores pela não contratação de profissionais no Conservatório de Música Heitor Villa Lobos. Ela justificou que o Orçamento de 2018, é 23.5% maior na Cultura e uma emenda de cerca de R$50 mil foi retirada à Polícia Militar, porém, não é a Câmara quem determina e remanejamentos podem ser feitos. “Estamos sendo muito criticados por alunos e professores que estão nos culpando e me deixou muito triste”. Sobre o Carnaval, Marlene voltou a dizer que a festa em Três Pontas não “morre e nem ressuscita”. Mas não acredita que quando o Ministério Público fez a recomendação e enumerou os problemas vividos na cidade, a Administração não sabia e não tinha conhecimento de tanta reclamação. Na visão dela, faltou planejamento e o cancelamento deveria ter acontecido antes, já que até sessão extraordinária na Câmara foi convocada para votar auxílio financeiro aos blocos. “Volto a repetir. É preciso repensar este formato de Carnaval”.
Érik dos Reis Roberto (PSDB) foi objetivo ao falar do Carnaval. Para ele foi uma grande falta de respeito com a população e os blocos caricatos, que esperavam o evento e se preparavam para os desfiles, cancelados a poucos dias. Nas declarações dada na Tribuna, o vereador tucano diz que a Prefeitura não fará a festa não por causa da falta de 48 medicamentos na Farmácia básica ou por causa das 138 intervenções que o Ministério Público teve que fazer, muito menos por causa da Santa Casa. Se fosse estes os motivos, os vereadores estariam votando nesta sessão a alteração no Orçamento, ou um projeto de suplementação, repassando o recurso à Secretaria de Saúde. Ele também intitulou o governo de mentiroso e apontou que o MP recomendou por causa da ineficiência e incompetência da Administração. Ele também esbravejou que o servidor que falou dos vereadores, não sabe do que fala e por incompetência as aulas do Conservatório só começam com o ano letivo do Estado após o Carnaval, sendo que a rede municipal já começou suas aulas.
Já o vereador Geraldo José Prado “Coelho” (PSD), iniciou calmo sua fala na Tribuna, parabenizando a direção da Santa Casa pela gestão na entidade. Mas gastou todo o restante do seu tempo, para mostrar oito ofícios enviados à Prefeitura a pedido dos moradores, solicitando melhorias em vias públicas que estão esburacadas, estradas rurais que estão caóticas, sujeira e mato alto em terrenos baldios, porém, nada foi feito e resposta nenhuma foi dada. Revoltado, Coelho rasgou os documentos e diz que perdeu a esperança em um governo mentiroso. “Não adianta nenhum vereador defender. Quem defende é que está ‘ganhando por fora'”, disse ele. Ele sugeriu que fosse feita uma comitiva com todos os vereadores para ir ao Poder Executivo cobrar providências.
Um dos líderes da oposição, o vereador Sérgio Eugênio Silva (PPS), começou cumprimentando a ex secretária de Cultura Débora Andrade, que quando assumiu a pasta na gestão anterior, em 2013, mesmo com salário dos servidores de dezembro e metade do 13º em aberto, conseguiu com muito esforço fazer o Carnaval. Depois que a questão orçamentária foi culpa da gestão anterior em 2017, agora são os vereadores os culpados. Na verdade, aponta Sérgio, o problema está na folha de pagamento que chega a atingir 54% somente de gastos com pessoal. Sobre o Carnaval, ele diz que a Administração se acovardou diante do Ministério Público.
A defesa sobrou apenas para Antônio Carlos de Lima (PSD), “Antônio do Lázaro”. Solitário, o líder do prefeito na Câmara agradeceu o apoio dos vereadores quando foi aprovado durante o recesso, o projeto que muda as leis para que antenas de telefonia móvel sejam instaladas. A boa notícia que trouxe é que até março, uma empresa instalará a estrutura no Distrito do Quilombo Nossa Senhora do Rosário e no bairro Cidade Jardim. Sobre o Carnaval, Antônio sugeriu também a formação de uma Comissão de Vereadores para ouvir a Promotoria. Ele generalizou e disse que o MP mandou não fazer o Carnaval, mas na verdade o órgão recomendou. Sobre os problemas na Saúde, ele responsabiliza o Estado que deve quase R$3 milhões somente para Três Pontas. Por isto, medicamentos que deveriam ser pagos por ele, acabam sendo comprados pela Prefeitura, mas não há condições de adquirir tudo. Sobre a limpeza nos Córregos, Antônio do Lázaro já informou que a Secretaria de Obras aguarda autorização de órgãos ambientais para fazer a limpeza.
O secretário da Mesa Diretora Maycon Machado (PDT) foi mais ameno, mas também não deixou de criticar e se colocou a disposição para ajudar, discutindo ações alternativas para a busca do bem comum. Maycon entende a situação financeira, mas cobrou mais planejamento e atuação mais efetiva do Executivo. O secretário lamentou o cancelamento do Carnaval e a falta de um plano b. Terminou lamentando a morte dos três jovens trespontanos, todos seus amigos, vítimas de acidentes registrados em janeiro nas estradas da região.
Luisinho partiu para o ataque, diante dos problemas que a Administração tem e não resolve
A muito tempo que o presidente Luis Carlos da Silva não se levanta para ir à Tribuna. E nesta segunda-feira ele causou espanto no público e nos colegas ao dizer várias vezes que este é um “governo mentiroso”. Segundo Luisinho, desde o início do mandato, quando ouvia seus colegas Érik e Coelho, achava que eles estavam pegando pesado. Passado um ano, viu que o errado foi ele mesmo. Decepcionado com a gestão e sem muita esperança, o Chefe do Legislativo diz a gestão está perdida, comandada por três grupos políticos que não se entendem e o reflexo disso é o desmando, que nem o prefeito consegue entender e conter na Prefeitura. “Ele pediu autorização para ir para o exterior, viajou para Espanha. Voltou e foi para Angra dos Reis (RJ) e deixou a cidade sem saber quem mandava”.
Luisinho começou a apontar alguns erros. Todos eles já elencados pelos colegas e que são claros de que o governo está perdido e sem rumo. Sobre a saúde, comentou que a Câmara economizou ano passado R$100 mil que foram devolvidos ao Município para que fosse repassado a mais à Santa Casa e não somente para adiantar o pagamento da subvenção. O prefeito faltou com a verdade realmente, quando disse que havia repassado R$14 milhões, sendo que ela faz apenas o repasse de recursos vindos de outras esferas.
Ao colega Robertinho e demais vereadores, informou que todos devem refazer seus pedidos que serão encaminhados de forma mais veemente. Caso não resolva, o caminho será tomar medidas judiciais, através do Ministério Público.
Para demonstrar que sempre foi parceiro, é que foi convocada sessão extraordinária e votado o projeto do Carnaval, que agora foi cancelado. Na opinião do presidente, fazendo os vereadores de palhaço e a Promotoria não está errada de recomendar, diante de tantas denúncias que existem. Ele levou até o prefeito a intenção de se extender a licença maternidade às servidoras gestantes de 4 para 6 meses, como os outros profissionais. Para não haver embate pediu que a proposta viesse do Executivo. Pessoalmente o presidente falou com o prefeito e já fazem seis meses e nada foi feito. Ele anunciou que vai criar o projeto, espera contar os colegas para aprovar e quer ver se haverá o Veto do Governo Municipal.
Sobre o servidor que fez o comentário, ele seerá convocado e não convidado a prestar esclarecimentos à Câmara, conforme rege a Lei Orgânica. Já quanto ao pedido do vereador Coelho, Luisinho acha que a intenção é muito boa, mas nada irá adiantar.
Uma cerimônia realizada em frente ao prédio da Prefeitura de Boa Esperança, na manhã desta segunda-feira (05), oficializou a intenção da cidade em ter um Posto Avançado dos Bombeiros.
O protocolo assinado pelas autoridades, estabelece as intenções do Corpo de Bombeiros e do município de Boa Esperança, em firmar um instrumento público específico, com vistas à execução pelo CBMMG, dos serviços de prevenção e combate a incêndio, buscas e salvamento, resgate e defesa civil na cidade e na região.
Após a assinatura, ainda na cerimônia, foram entregues viaturas para as Polícias Militares de Boa Esperança, Guapé e Coqueiral. Os comandantes destas localidades estavam presentes.
“Xandinho” Tartuliano estava com dois tabletes de maconha
Uma denúncia anônima provocou a prisão de um velho conhecido da polícia, acusado de tráfico de drogas e a apreensão de maconha, no bairro Jardim Boa Vista, nesta segunda-feira (05). As informações eram de que Carlos Alexandre Tartuliano “Xandinho” tinha saído de uma casa na Rua Vereador Edgar Girardelli com drogas e que iria vender a um rapaz que estava em um carro de cor vermelha. Guarnições foram às proximidades e se depararam com o suspeito na Rua José Garcia Filho. Quando percebeu a presença da polícia correu para o outro lado da rua, virou em uma esquina segurando algo nas mãos. Quando foi abordado na mata próximo de onde estava, foram encontrados dois tabletes de maconha, enrolados em um saco plástico. Ele foi preso em flagrante, encaminhado à Delegacia de Polícia Civil onde foi ratificado o flagrante.
Trajetória no crime
Xandinho tem passagens por furto, roubo e tráfico de drogas e última vez que a Equipe Positiva registrou a prisão do rapaz, em março de 2015, ele e sua esposa tentaram agredir os policiais militares, no bairro São Judas Tadeu. Poucos dias antes ele teria roubado um carro em Boa Esperança, participado de um assalto a um supermercado em Coqueiral e roubado uma lanchonete em Três Pontas. Ao verificar a denúncia de que estaria ocorrendo tráfico de drogas em uma casa na Rua Adolfo de Paula Pereira, Xandinho estava lá e quando os militares foram para dominar o suspeito, a esposa dele tentou agredir os policiais com uma barra de ferro. Depois da chegada do reforço, ambos foram presos.
Um rapaz de 39 anos nunca imaginou que teria seu carro furtado, ainda mais por 8 meninos, durante a noite deste domingo (04).
A vítima estava em seu carro, um Parati, por volta das 21:00 horas quando teria ido no bairro Aristides Vieira levar comida a um amigo. No trajeto, oito meninos teria lhe pedido para andar em seu veículo. Como ele não deixou, os garotos deram um tapa em sua mão, pegaram a chave e fugiram no automóvel. Só depois de quase duas horas, a Polícia Militar foi chamada, começou o rastreamento e uma guarnição viu os suspeitos no bairro Cidade Jardim. Ao ver a viatura, quem dirigia, acelerou, perdeu o controle da direção e bateu em um portão na Rua Caetano Pessi.
Os meninos saíram correndo, ficando apenas um adolescente de 13 anos. Ele contou que não conhecia os outros menores. Que estava na rua, quando eles o abordaram perguntando se teria R$5 para abastecer. Como tinha entrou no carro e foi com eles.
Durante as buscas no veículo foram apreendidos quatro pedras de crack. O menor foi apreendido e depois liberado para sua mãe.
Uma capela na zona rural de Santana da Vargem foi alvo de vândalos e revoltou os moradores. O pequeno templo, fica em uma propriedade conhecida como “Alto da Capelinha” é visto por quem passa nas proximidades do trevo da cidade, pela rodovia MG 167.
Um rapaz que é responsável pelo local foi até lá e quando chegou encontrou a porta destruída e lá dentro quebraram pelo menos 9 imagens de santos, espalharam os pedaços dentro da igreja e do lado de fora.
Os responsáveis por limpar o local não souberam informar quando a igreja havia sido arrombada, já que fazem alguns dias eles que ele não vão até lá.
O Sindicato dos Trabalhadores Rurais, Assalariados e Agricultores Familiares de Três Pontas, há 10 anos distribui materiais escolares para os filhos de seus associados. A iniciativa inédita na região tomada pelo presidente Vicente José da Silva, se tornou referência na região e gratificante em contribuir um pouco com a educação dos estudantes.
A distribuição do material, dividido em kits, de acordo com a série do estudante começou no início do mês, antes do início do ano letivo nas redes municipal e estadual e diminuiu os gastos dos pais e responsáveis na compra que sempre acaba pesando no orçamento, todo início de ano. “Agora todos os anos, os associados já sabem que podem contar conosco. Eles vem fazem o cadastro com as listas de materiais e depois já podem ficar tranqüilos, pois cerca de 70% a 80% do que está na lista, como cadernos, canetas, lápis de cor, lápis de escrever, borracha, cola, régua, apontador, entre outros utensílios receberão aqui no Sindicato”, revela Vicente.
Este ano foram 1.100 kits distribuídos gratuitamente e o investimento e a demanda aumentam a cada ano.
Esta é a imagem divulgada pela Polícia Civil do homem que furtou a carteira de uma professora, dentro da agência da Caixa Econômica Federal (CEF). O crime foi registrado no dia 29 de dezembro do ano passado.
A professora Maria da Glória Maciente Guedes tinha ido fazer um depósito no banco. Ela estava preenchendo o envelope e deixou sua carteira ao lado e quando foi pegar o dinheiro na bolsa, ela tinha sido furtada. Ao todo R$1,8 mil em dinheiro foi levado.
Apavorada, Glória procurou a Polícia Militar, que registrou um boletim de ocorrências e fez um apelo em reportagem publicada pela Equipe Positiva. Durante a tarde, a bolsa com os documentos foi encontrada em um bar, no calçadão da Rua Dona Isabel.
Nas imagens do circuito interno de segurança, mostra o rapaz ao lado da professora. Ele vai e volta diversas vezes à fila do caixa, retira o dinheiro da bolsa de mão e ao que tudo indica, o homem depositou a quantia furtada. Ele está de boné azul e de óculos.
Qualquer informação sobre o suspeito que está nas imagens pode ser repassada a Polícia Civil, através do 197 ou 181. Não é preciso se identificar.
A chuva que caiu no fim da tarde deste sábado (03), provocou alagamento na Avenida Oswaldo Cruz no Centro de Três Pontas.
Bastou pouco tempo de chuva, para alagar o ribeirão que corta a Avenida e causar os velhos transtornos que se repetem há anos. As duas vias de uma das mais importantes avenida da cidade se transformou em rio. O quarteirão em frente a Policlínica foi o local mais afetado. Videos postados nas redes sociais mostram o problema.
O Carnaval de Três Pontas realizado pela Prefeitura foi cancelado, seguindo orientações do Ministério Público (MP). O anúncio foi feito pelo prefeito Dr. Luiz Roberto na quarta-feira (31) e pegou muita gente de surpresa. A Polícia Militar já havia se preparado com reforço em seu efetivo vindo de Varginha e Lavras, para garantir a segurança com o policiamento na Avenida Oswaldo Cruz, no Distrito do Pontalete e para aqueles que não gostam da festa e aproveitam os dias de Momo para descansar. Com o cancelamento, haverá um outro tipo ou modalidade de policiamento implantada no Município. A notícia pegou muita gente de surpresa, inclusive os blocos caricatos. Muitos deles com baterias e fantasias estavam em fase final dos ensaios para desfilar pelo Sambódromo Jaime Abreu, conforme programação que já estava definida.
Alguns dos blocos pretendem se organizar e de alguma forma não deixar a folia passar em branco, porém, é preciso se ater na regulamentação dos eventos e a uma série de legislações que precisam ser atendidas.
O Comandante da Polícia Militar de Três Pontas Capitão Bruno Neves Tavares (foto), entende que houve planejamento e investimento por parte dos blocos e que eles pretendem fazer manifestações nos seus bairros de origem. Todos podem receber o apoio da Polícia Militar, mas recomenda muita atenção às exigências que começa com autorização do poder público, alvarás específicos em caso de sonorização e na manipulação e venda de alimentos. O local também precisa ser analisado, com questões de vizinhança, segurança em defesa da integridade física de quem esteja presente ou morando ao redor do evento carnavalesco. O tempo é o pior inimigo para atender todas as demandas necessárias. “Nós orientamos a todos a procurarem os órgãos como Polícia Militar, Corpo de Bombeiros, Prefeitura, Vigilância Sanitária, para que tudo seja legalizado”, acrescenta. De forma alguma, as pessoas podem fechar ruas ou avenidas. Em caso de problema, quem estiver a frente do evento será responsabilizado por qualquer problema que acontecer.
Capitão Bruno lembra exemplos de pequenos eventos que não respeitaram as exigências, como o Carnaval em Bandeira do Sul, que acabou vitimando 16 pessoas e se transformou em uma tragédia de repercussão nacional.
A Polícia Civil investigou e prendeu na manhã desta sexta-feira (02), um rapaz que furtou o cartão de crédito de um aposentado e fez diversas compras no comércio.
O furto registrado pela Polícia Militar teria acontecido no fim do ano passado. O vizinho teria furtado o cartão de crédito e aproveitou para fazer diversos saques e compras no comércio de Três Pontas e Varginha. Em algumas ocasiões foram feitas retiradas altas em dinheiro para as festas de fim de ano. Havia R$15 mil na conta, fruto da economia de um sitiante que trabalhava na feira aos sábados em frente a Prefeitura. A conta dele era conjunta com um dos filhos.
A Polícia Civil investigou o caso e descobriu que as compras estavam sendo feitas em nome de um ex vizinho que se mudou após o furto – Gleiton Roberto Vitor Camilo. Policiais civis foram até a casa dele e encontraram diversos produtos que ele havia adquirido com o cartão. Um aparelho de TV, som, duas pistolas de brinquedo, roupas, jóias e suplementos alimentares foram apreendidos na casa na Rua Luiz Antônio Ribeiro, no bairro Aristides Vieira. Ele foi preso e encaminhado à Delegacia de Policia Civil. A vítima faleceu a poucos dias.
Gleiton está cumprindo pena no Presídio de Três Pontas, havia recebido o benefício da justiça e estava de albergue. Ele responde por assalto e uma tentativa de homicídio em março de 2016. Ele e Wagner Henrique da Silva que estava com 18 anos, estavam com uma arma de fogo e deram dois tiros contra Anthony Caique Silva de 22 anos, durante uma festa na entidade Padre Wallace, no bairro Santa Inês. Um dia antes, a dupla assaltou um sítio na zona rural. Na casa de Wagner os materiais furtados foram apreendidos.
O Programa Passando a Limpo desta sexta-feira (02) traz a repercussão da direção da Santa Casa de Misericórdia ao repúdio feito às declarações do prefeito Dr. Luiz Roberto Laurindo Dias.
Santana da Vargem também acompanhou recomendação do Ministério Público e cancelou o Carnaval de 2018, que teria blocos e shows todas as noites.
Ladrão furtou motocicleta com tanque cheio no bairro Vista Alegre
O Programa Futebol em Debate desta sexta-feira (2) destaca a Copa do Brasil e os Campeonatos Regionais. Apresentação de Loui Jordan e Marco Tulio Mendonça.
Um motorista teve sua motocicleta furtada no bairro Vista Alegre, na noite desta quinta-feira (1º). O rapaz de 25 anos estacionou o veículo na porta da residência de seu primo, entrou na casa e quando saiu, cerca de 20 minutos depois, descobriu que a moto havia sido furtada. O veículo estava com o tanque cheio. A Polícia Militar foi chamada, faz rastreamento, mas ainda não tem informações sobre os suspeitos.
A motocicleta é uma Honda CG 125 Fan cor preta, placa de Três Pontas.
Os coordenadores locais do Parlamento Jovem de oito Câmaras Municipais da região, se encontraram em Três Pontas nesta quarta-feira (31), para traçar as metas, ações e estratégias do projeto, que este ano vai debater sobre “Violência contra a Mulher”, na Escola do Legislativo e completa 15 anos.
Este primeira reunião de trabalho contou com a participação dos coordenadores do PJ das Câmaras de Três Pontas, Alfenas, Lavras, Nepomuceno, Santana da Vargem, Três Corações, Varginha e como convidada Paraguaçu.
A coordenação em Três Pontas é do vereador e secretário da Mesa Diretor da Câmara Maycon Machado (PDT). Ele enfatiza que enfatiza que o tema da violência permitirá um trabalho “amplo e muito necessário”, já que existem muitos tipos de violência que são praticados à mulheres, salientou.
Reunião der trabalho dos coordenadores, liderados pelo anfitrião Maycon Machado
Tema tem potencial para mobilizar os alunos
O tema “Violência contra a mulher”, escolhido para esta edição do PJ Minas, é atual e provocativo, com chances de promover um grande engajamento. Essa é a opinião de coordenadores municipais, que já planejam as atividades que serão desenvolvidas pelas câmaras. Três subtemas foram definidos: Violência doméstica e familiar; Violência nos espaços institucionais de poder; Violência e assédio sexual.
Crescimento – Na edição passada, 63 municípios integraram o PJ Minas, que discutiu a educação política nas escolas. Em 2018, esse número deve oscilar em torno de 90 – o quantitativo exato só será conhecido após o treinamento dos coordenadores, que é condição para a participação do município.
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