

*Ele foi preso em março e estava solto, período que não parou de atuar na traficância
O angolano de 40 anos foi pela segunda em menos de 4 meses, na tarde desta terça-feira (16), acusado de tráfico de drogas, no bairro Padre Vitor.
A Polícia Militar recebeu denúncia informando que uma motocicleta estaria entregando drogas em um imóvel na Rua Espírito Santo, na casa do “Angolano”. Quando a guarnição chegou no local deparou com uma mulher na grade do alpendre da casa recebendo uma bucha de maconha. Ela saiu correndo e dispensou a droga no local.
O denunciado que portava uma mochila começou a fugir para dentro da casa. Os policiais foram atrás dele e foi visto jogando a mochila para o quintal da residência vizinha, tentando dispensar o material. De acordo com o Sargento PM Edward Naves, ele tem o mesmo modo de tentar fugir todas as vezes, que é tentar pular o muro do vizinho, mas a polícia sabendo disso ele sempre é alçancado. Ele não resistiu a prisão e foi algemado.

O rapaz estava com R$500 em dinheiro, um aparelho celular e um tablete de maconha. Os PM’s fizeram contato com o morador que entregou o material. Dentro da mochila havia várias buchas grandes de maconha e uma barra grande crack que fracionada renderia diversas pedras e porções. A todo foi apreendido 21 porções de maconha, uma barra de crack grande e um tablete médio.
Durante buscas no imóvel, em cima do sofá, foram encontrados uma maquininha de cartão, diversas embalagens usadas na venda da droga. Todo o material foi apreendido e a apresentado junto com o acusado na Delegacia de Polícia Civil de Três Pontas.
“Angolano” cai pela terceira vez

Esta foi a terceira vez que Angolano foi preso. A última tinha sido em março deste ano, durante uma operação conjunta das polícias Civil e Militar. O rapaz é de Gâmbia, país localizado no continente africano.
Segundo as investigações realizadas pela Polícia Civil na época, ele teria se associado a outro suspeito, de 25 anos, já bastante conhecido no meio policial, com histórico de fugas de abordagens da Polícia Militar e vinha sendo monitorado. No dia, o comparsa dele de 25 anos que seria o dono do imóvel também foi preso.

















